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Economia

Dólar fecha em leve queda com dados fracos sobre economia nos EUA

Bolsa caiu 0,56% um dia após fechar no maior nível desde março

30.07.20 21:22

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,159, com recuo de R$ 0,013 (-0,26%). (Marcello Casal Jr | Agência Brasil)

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,159, com recuo de R$ 0,013 (-0,26%). (Marcello Casal Jr | Agência Brasil)

O dólar fechou em leve queda nesta quinta-feira (30) em reação à contração histórica da economia dos Estados Unidos no segundo trimestre. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,159, com recuo de R$ 0,013 (-0,26%).
A cotação oscilou bastante durante o dia. Pela manhã, a divisa chegou a subir para R$ 5,21, logo depois da divulgação de que a economia norte-americana encolheu 9,5% no segundo trimestre em relação ao trimestre anterior. Em valores anualizados, quando a variação de um trimestre é projetada para os 12 meses seguintes, a contração chega a 32,9%.
O real contrastou com moedas de outros países emergentes, que se desvalorizaram hoje. O dólar subiu 1,3% perante o rand sul-africano caiu e 0,9% em relação ao rublo russo.
Um fator que indica o retorno gradual dos investidores estrangeiros ao Brasil, após o surgimento da pandemia do novo coronavírus, foi o fato de o Tesouro Nacional ter vendido o lote integral de 300 mil Notas do Tesouro Nacional Série-F (NTN-F) em seus leilões de venda. Tipo de título prefixado (com taxa definida no momento da compra) de longo prazo, a NTN-F tradicionalmente é comprada por estrangeiros.
Bolsa
O mercado de ações teve um dia de ajustes. Um dia depois de fechar acima dos 105 mil pontos pela primeira vez desde o início de março, o índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), caiu 0,56% e fechou aos 105.009 pontos.
As negociações foram dominadas pela realização de lucros, quando investidores vendem ações para embolsarem os ganhos de dias anteriores. A sessão também foi influenciada pela divulgação de diversos balanços de empresas do Ibovespa que apontaram queda nos lucros no segundo trimestre por causa da pandemia de covid-19.
* Com informações da Reuters

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