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Economia

Depois de forte queda, dólar volta a subir e fecha em R$ 5,76

Bolsa de valores caiu 0,56% em dia de oscilações

19.05.20 20:45

A moeda norte-americana alternou momentos de alta e de queda ao longo da sessão. (Sharon McCutcheon | Unsplash)

A moeda norte-americana alternou momentos de alta e de queda ao longo da sessão. (Sharon McCutcheon | Unsplash)

Num dia marcado por oscilações no mercado financeiro, o dólar subiu e a bolsa caiu. Os indicadores reverteram a movimentação depois que o banco de investimentos Goldman Sachs divulgou a projeção de que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) do Brasil encolherá 7,4% em 2020.
O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,761, com alta de R$ 0,038 (+0,67%). A moeda norte-americana alternou momentos de alta e de queda ao longo da sessão, mas consolidou a valorização depois da divulgação das previsões do banco, até fechar na máxima do dia. A divisa acumula alta de 43,56%.
O Banco Central (BC) interveio no mercado. A autoridade monetária leiloou cerca de US$ 500 milhões em novos contratos de swap cambial – que funcionam como venda de dólares no mercado futuro – e rolou (renovou) cerca de US$ 620 milhões em contratos de swap que venceriam em julho.
No mercado de ações, o Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou o dia com queda de 0,56%. O índice oscilou ao longo do dia. Estava em alta até por volta das 16h20, mas consolidou a queda após a divulgação do relatório do Goldman Sachs.
O Ibovespa também foi influenciado pelo mercado externo. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou esta terça-feira (19) com queda de 1,59%, influenciado pelos prejuízos no primeiro trimestre de algumas redes de varejo norte-americanas.
Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

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