Atualizado em 22/09/2023 por Pedro Moraes
A implantação do sistema de pagamentos via pix, em novembro de 2020, viralizou rapidamente nas graças do povo brasileiro e mundial. O maior valor já registrado em uma transferência foi de R$ 1,2 bilhão, em novembro de 2020. Os dados foram revelados por relatório do Banco Central divulgado nesta segunda-feira (4).
Somente no ano passado, as transações chegaram a 2,9 bilhões com essa ferramenta, enquanto no ano anterior o número chegou a 1,4 milhão. A transferência recorde, no entanto, aconteceu no último mês de 2022.
Intencionado pelo aumento do serviço, o Banco Central permitirá futuramente que o pix seja utilizado para pagamento de contas como, por exemplo, energia elétrica, planos de saúde e taxas de condomínio. Além disso, o banco quer abranger a evolução da ferramenta para pagamentos offline, compras parceladas e transferências internacionais.
“A intenção é que o Pix passe, efetivamente, a atender a situações e casos de uso ainda não cobertos e que aprimore a experiência de pagamento dos usuários”, indicou o BC.